A Patologia da Engenharia Geotécnica

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Para que a engenharia geotécnica obtenha sucesso como deve ser, é necessário, antes de tudo, que a mesma seja aplicada
de maneira integral, evitando o surgimento de patologias. E, quando aplicada sem o uso incondicional da intuição, quer seja do engenheiro responsável ou da equipe de frente, certamente ocorreram erros e inevitavelmente catástrofes, que vão de pequeno a grandes proporções.

A origem da patologia em engenharia geotécnica (contenções, taludes, fundações, barragens, e outras), de acordo com o nosso ponto de vista, está ligada a diversos fatores que além da competência humana. Trata-se, como mencionado acima, da questão intuitiva, que norteia o homem em suas funções e habilidades. Além desta questão, consideramos importante a Terraplena-585158-med[1]percepção, o bom senso e ou senso crítico.

Para Mauro Lozano, diretor da Dýnamis Engenharia Geotécnica, ainda é percebível que no campo de ação acontecem atividades distorcidas, que ao invés de contribuírem para o resultado positivo, promovem a distorção das ações em geotécnica, praticadas por alguns setores. Especialmente pela falta de conhecimento e despreparo prático (teoria, experiência e vivencia).

Todo profissional engenheiro geotécnico, quando inicia um projeto, deve ter em mente a sua execução, assim como definir todas as etapas que nele serão desenvolvido. Também, é importante o acompanhamento técnico (ATO) para que erros sejam evitados e a realidade da obra aconteça a contento com as condições de campo.

E a participação da geotecnia é muito importante para que nada escape do sucesso projetado, ainda no papel, que posteriormente tomará forma real com o acompanhamento do Engenheiro. Como, por exemplo, a realização do cálculo numérico e, também, as investigações geotécnicas, que infelizmente têm sido negligenciados em muitos casos vistos no mercado, em todo o mundo.

Infelizmente, muitos processos, que são imprescindíveis para as obras, como às sondagens, ensaios e outros procedimentos consagrados, são negligenciados e quando realizados acontecem de forma inadequada, acarretando em conseqüências desastrosas. Isso tem sido percebido em obras públicas e privadas, onde a intenção de economizar e a ambição dominam e deixam de lado a responsabilidade, ética e qualidade. Parece que as pessoas perderam o senso crítico sobre si, suas funções e ações.

E, pensando nisso, Lozano já pratica estudos avançados e sólidos no campo da trilogia analítica, desenvolvida pelo Doutor Norberto R. Keppe, pesquisador psicanalista, no qual faz compreender que existem três fatores a serem considerados para consecução de uma boa engenharia geotécnica, que são: teoria; prática; e intuição (percepção, bom senso ou senso crítico). Em outras palavras, precisamos avaliar tudo de maneira integral, em todos os campos e funções.

Sabemos que o ser humano, incluindo todos em seus diferentes perfis e culturas, nunca será completo se não aceitar a necessidade de que somos seres com energia e é ela que mantém e nos dá acesso ao todo – integralmente – como o Bem, a Verdade e o Belo, possível e disponível para a humanidade.

 

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