Programa Investigações Geológico-Geotécnicas (IGG) e Resultados e para Parcelamentos dos Solos

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1 – O programa a seguir está considerado a nível executivo e inclui:

– Terraplenagem, Fundações e Pavimentação.
– Não foram consideradas as investigações para piso industrial
– Para considerar as fases do empreendimento sugerimos:
– Preliminar 20%
– Básico 30%
– Executivo 50%

1 – Caso há falta de elementos os mesmos devem ser admitidos e ressaltados para ajustes.

2 – Propõem-se realizar a campanha de IGG em, pelo menos, 3 etapas, ajustando-as a cada passo.asas-173817-med[1]

1 – Analise de Dados (Conhecimento Problema)
– Verificar H e L das ruas e taludes
– Fazer uma tabela resumo para analise e interpretação do problema geotécnico
– Fazer uma analise separado para C e A
– Pesquisa de Mapas Geológicos Geotécnicos
– Visita de Engº e ou Geólogo ao campo
– Incluir locação das IGGs e Realização, para:
– Terraplanem (taludes, NA em escavações, solos moles e matacões)
– Pavimentação (subleitos e estudos de alternativas)
– Fundação Estruturas
– Travessias e outras situações de fundações
– Problemas a Enfrentar
– Categoria de Escavações,
– Dimensionamento de Pavimentos
– Dimensionamento Taludes,
– Recalques Fundação, Colapso e Expansão.
-Erosões, assoreamentos de degradação.

1 – Critérios para Execução
O Programa deve ser Acompanhado com:
– Planta,
– Perfil Terreno e
– Planilhas Excel, indicando a locação e profundidade das:
– ST, SPT e Penetrométricos.
– Poços e Coletas
– Tipos de Amostras Deformadas e Indeformadas

1 – Critérios Quantificação IGG Campo
Sondagem a Percussão (SPT), deve ser feitas:
– Torque
– Coletas (saco, amostrador e bico)
– Fotos Amostrador com Bico
– Coleta das cânulas
– Para Taludes
– A cada cerca 300 m (neste não fazemos ST, pois esta na SPT)
– Nos cortes (C) atingir um H (altura do talude) abaixo do greide
– Nos aterros atingir pelo menos 5 m
– Localizá-las nos maiores cortes (C)
– E, nos pontos mais baixo, locais de aterro (A)
– Para Estruturas, Travessias e Diques (caso a caso)
– Sondagem a Trado (ST)
– A cada cerca 100m
– Com pelo menos 1 m abaixo do greide
– E, com no mínimo 2 metros.
– Penetrômetro Leve Dinâmico (DPL)
– A cada cerca de 30 m
– Seguem as profundidades das mais próximas SPT ou ST
– Penetrômetro Dinâmico (PD) e Penetrômetro Dinâmico de Cone (DCP)
– A cada cerca de 30 m
– Junto aos DPL
– Apenas nos trechos de corte e na cota do greide (poço)
– Poços
– Procurar menores profundidades
– Diâmetro de 1,5m
– Nos cortes até 0,5 m abaixo do greide
– Amostras
– Sacos de 3 Kg a cada 0,5 m nos ST
– Sacos de 3 Kg a cada 1 m nos SPT
– Bloquinho de 25x15x15 cm (filme, papel bolha, caixa isopor) em cada 3 m por poço.
– Minis Cilindros a cada 100 m na cota do greide
– Nos fundo dos poços em corte por fazer
– No greide acabado quando estiver terraplenado
– No aterro caso esteja terraplenado
-Shelby 3”, quando couber

1 – Objetivo IGG Campo
– Perfil Geológico Geotécnico (PGG) com Resultados dos:
– ST e SPT – Táctil Visual
– NSPT
– DPL, DCP e PD.
– Definir Camadas Tipicamente Iguais (adotar mínimo de três)

1 – Critérios Quantidades Ensaios Laboratório
– Ensaios Por Camadas Tipificadas (mínimo três)
– Tipos de Ensaios e Finalidade
– Índices Físicos
– Peso específico natural nas amostras indeformadas
– Peso específico dos grãos
– Teor de umidade
– Caracterização
– Contração (EP) – Pastilha
– Granulometria
– Limites de liquidez (LL) e plasticidade (LP)
– Classificação AASHTO e ASTM
– Classificação MCV com perda por imersão
– Compactação e CBR para Subleito e Alternativas de Uso Solo Local – Dimensionar Pavimentos
– Indeformado – Mini CBR
– Compactado (3 ptos)
– Energia Normal (PN)
– Energia Intermediária (PI)
– Triaxiais para Taludes – Estabilidade Taludes
– Corte Ensaios R
– Aterro e Fundação Ensaio Q
– Oedometrico para Fundações de Aterros e Estruturas – Recalques
– Para cada Camada Típica Fazer Ensaios e Definir os Parâmetros e Propriedades:
– 6 Índices Físicos
– 6 Caracterização e Classificação (HRB, USCS e MCT)
– 6 Mini CBR PN – (γmax , hot e CBR)
– 6 Mini CBR PI – (γmax , hot e CBR)
– 18 Mini CBR IND (CBR)
– Apresentar uma Tabela Resumo dos Resultados por Camada
– Fazer Ensaios Alternativos para Reforço Subleito (SL e SB)
– 3 dosagens para cada alternativa
– 3 alternativas, determinar (γmax , hot e CBR)
– Solo Brita
– Solo Cimentos
– Solo Cal
– Outros
– Apresentar uma Tabela Resumo dos Resultados por Camada
– Fazer Ensaios Triaxiais, para dimensionar taludes, quando couber.
– Cortes Adensado Rápido-R (4 CPs) por camada típica representativa/significativa
– Aterros Rápido-Q (4 CPs) por camada típica representativa/significativa
– Solos Moles-Q (3 CPs)
– Fazer Ensaios Oedometricos
– Conhecer comportamento de compressibilidade
– Expansão ou Colapso
– Solos Moles
– Em casos Excepcionais poder-se-á necessitar de IGG
– Em maior quantidade
– Mais complexas

O Programa de IGG e os Resultados
São objetos do Relatório dos Resultados IGG (RT-IGG)

Corresponde ao Item 2 do Esquema abaixo

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